A coqueluche da Internet brasileira

Nestes últimos dias a coqueluche do comércio eletrônico brasileiro é a entrada da Casas Bahia no mercado virtual. Há várias matérias em revistas especializadas em negócios e Internet apresentando o modelo de negócio da rede varejista do senhor Samuel Klein.

 

Para muitos especialistas em negócios virtuais, a empresa entrou tarde no comércio virtual. Afirmação que não concordo, pois é sabido que o principal cliente das Casas Bahia são os consumidores de baixa renda.

 

Grande parte do crescimento do comércio eletrônico no Brasil no ano de 2008 é creditado à popularização das compras entre as classes de menor poder aquisitivo, especialmente a classe C. Isso mostra que é um mercado sempre em crescimento.

 

A principal empresa no mercado de comércio eletrônico brasileiro é B2W, resultado da fusão entre Americanas.com e Submarino, duas já tradicionais empresas de comércio eletrônico.  A B2W responde por quase metade de todas as vendas online no Brasil, diferente do mercado americano, que é pulverizado em mais 80%.

 

Acredito que esta seja uma excelente oportunidade para os pequenos negócios participarem deste mercado, pois ainda há milhões de consumidores conectados a serem conquistados.

 

No mercado há várias soluções com custo baixo para serem implementadas, mas para isso a empresa deve se estruturar, pois os caminhos já foram abertos e as principais barreiras quebradas.

 

Não podemos prever o futuro para os que investem no mundo virtual, mas podemos observar que a tendência é de anos dourados. Entretanto, reforço a necessidade de um bom planejamento e obstinação para chegar ao sucesso.

 

Cordialmente,

 

Egnaldo Paulino

www.egnaldopaulino.com/blog




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4 Comentários em "A coqueluche da Internet brasileira"

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A sua análise, como não poderia deixar de ser, é muito lúcida e clara. Realmente, um varejista como as Casas Bahia, está investindo neste nicho na hora certa, depois de ter consolidado o seu mercado original.

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Egnaldo Paulino | abril 6th, 2009 at 14:37

Olá Carlos,
Obrigado pelas considerações.
Realmente nem tudo deve ser “moda”, há empresas que sabem a hora certa de investir.

Abraços,

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Creio que não entrou tarde, mas já entrou errado, visto que, os preços estão maiores que das outras lojas.

Na internet o comprador tem um perfil muito diferente do comprador das lojas físicas, que atacam no “carne” das Casas Bahia. Na internet todas lojas estão a apenas um clique ou todas juntas no Buscapé.

Quem entrou de maneira extraordinária no mercado brasileiro de e-commerce foi o grupo Wal-mart: praticando os melhores preços e a entrega é exatamente no prazo.

Abraços

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Olá Fernando, obrigado pela participação no Blog.
Segundo a agencia criadora do site da Casas Bahia, o principal objetivo é fazer com que o “freguês” compre através do site e retire a mercadoria na loja mais próxima da sua residência. E segundo eles estão tendo ótimos resultados com essa estratégia.

Abraços,

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