Algumas pessoas, embora possuam uma boa qualificação técnica, têm dificuldades em manter-se no mercado de trabalho. Isso ocorre pelo fato de possuírem atitudes e comportamentos que nada combinam com o mundo atual.
Estamos num mundo em evolução e amadurecimento. Entretanto, alguns indivíduos agem como se acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, ou seja, do seu jeito. Possivelmente, continuarão tendo os mesmos resultados de sempre.
É necessário estarmos em processo de aprendizagem e capacitação contínua e, principalmente, aberto às mudanças. Tudo muda em fração de segundos, seja em relação ao trabalho, família, na forma de nos relacionarmos etc. Devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer; do contrário encontraremos estagnação, e muitas vezes sofrimento.
Possivelmente você já ouviu, em discussões, respostas como: “Eu sinto muito, mas eu sou assim!”. “Não adianta. Você pode não gostar, mas eu sou assim!”. “Sei que isto não é certo, mas eu sou assim!”. Como se isto fosse suficiente e determinante para estabelecer um argumento indiscutível, independente de quaisquer julgamentos ou conjunto de princípios.
Estas frases são de pessoas com atitudes imobilizadoras e retrógradas, evitando o novo, a mudança e deseja que o mundo cristalize para não ter o que mudar. Elas se apegam na sua suposta incapacidade e pela preguiça em lutar contra suas certezas equivocadas e convenientes.
Estas pessoas sofrem da “síndrome de Gabriela”. Certamente muitos se lembram da novela Gabriela, Cravo e Canela, escrita por Jorge Amado. A música-tema da novela era cantada em versos de uma forma bem peculiar: “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim… Gabriela…”
As pessoas com a síndrome podem ser assim durante toda a vida e passar a falsa imagem de que se conhece muito bem e se aceita da forma como é, enquanto, muitas vezes, sua atitude é para esconder seu autodesconhecimento e sua baixa auto-estima.
Eu convido as pessoas com a “síndrome de Gabriela” a ter uma nova postura para fazer a diferença. Transformar a sua personalidade, sendo um intraemprendedor. Empreender significa enxergar mais que muitos, ter o entusiasmo de poucos e capacidade de motivar os companheiros de trabalho.
Cordialmente,
Egnaldo Paulino
www.egnaldopaulino.com













6 Comentários em "Síndrome de Gabriela"
Estar no topo e facil o dificil e manter-se.
Obrigado Egnaldo
Olá Patrícia, obrigado pelo comentário.
Acredito que para chegar ao topo é necessário habilidades e para manter-se é uma questão de atitude.
Cordialmente,
Egnaldo
Prof Egnaldo .. Parabéns pelo texto …É isso mesmo .. Precisamos mudar ..
Mudar para ontem …
Cordialmente Rosa Pillon
Gostei! Muitas pessoas pensam que como o tempo passou, nada mais há que fazer para se melhorar, esquecendo que que novo instante é mais uma oportunidade e que nunca é tarde para aprender, renovar, mudar… abraços!
[...] Estas frases são de pessoas com atitudes imobilizadoras e retrógradas, evitando o novo, a mudança e deseja que o mundo cristalize para não ter o que mudar. Elas se apegam na sua suposta incapacidade e pela preguiça em lutar contra suas certezas equivocadas e convenientes. O que fazer para sair desta rotina na sua empresa? Leia mais e comente no blog do Egnaldo Paulino. [...]
Esta sindrome de Gabriela atrapalha muitos pessoas no pessoal e no profissinal, estou prestando uma consultoria em uma loja de calçados, uma das mudanças foi a separação finaceira da instuição pessoa(proprietario ) da instuição empresa, a proposta e elabora um salário para os proprietario, acabando então com a retirada de dinheiro desproporcional do caixa da empresa, mas esta sendo uma dificuldade convencer os proprietarios.