Ter em mente o público-alvo que irá consumir os produtos e serviços vendidos pela Internet é um dos fatores principais para se dar bem no comércio eletrônico. “A maioria dos consumidores online está concentrada nas classes A e B, chegando aos poucos à C”, afirma o consultor do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP) Egnaldo Paulino.
Segundo ele, para atingir esses consumidores, os pequenos empresários devem buscar diferenciais na rede. Para o diretor-comercial da empresa de pesquisa e marketing online e-bit (www.ebit.com.br), Pedro Guasti, investir em publicidade na própria Internet é uma boa saída. “Cerca de 25% dos compradores da rede vêm de sites de busca, banners em outros endereços e e-mail marketing.”
O diretor ainda destaca que é importante oferecer agilidade e comodidade aos clientes. Cerca de 40% dos consumidores das lojas virtuais fizeram no mínimo 4 compras pela Internet nos últimos seis meses.
“O site deve ser o mais fácil possível de navegar”, afirma. Segundo ele, de um universo de 14 milhões de usuários da rede no Brasil, 10% são compradores eletrônicos, sendo que desse universo, cerca de 35% têm renda familiar entre R$3 mil e R$8 mil.
Mães - “Por ser um consumidor altamente qualificado e por comprar bastante, as lojas do comércio eletrônico devem investir muito para aumentar suas vendas no Dia das Mães.” Em relação aos números de 2001, o Dia das Mães foi a segunda data mais forte para o e-commerce, perdendo apenas para o Natal.
A expectativa para este ano é que o gasto seja ainda maior, já que no primeiro trimestre de 2002 o tíquete médio superou a casa dos R$200,00.



